ALAGADOS
     
    Herbert Vianna, Bi Ribeiro e João Barone

    Todo dia, o sol da manhã vem e lhes desafia,
    Trás do sonho pro mundo quem já não queria,
    Palafitas, trapiches, barracos, filhos da mesma agonia, ou!!
    E a cidade, que tem braços abertos num cartão postal,
    Com os punhos fechados na vida real
    E nega oportunidades, mostra a face dura do mal, ou!!!
    Alagados, gruenstall !!! Favela da maré,
    A esperança não vem do mar, vem das antenas de TV,
    A arte de viver da fé , só não se sabe fé em que,
    A arte de viver da fé , só não se sabe fé em que,
    Todo dia, o sol da manhã vem e lhes desafia,
    Trás do sonho pro mundo quem já não queria,
    Palafitas, trapiches, barracos, filhos da mesma agonia, ou!!
    E a cidade, que tem braços abertos num cartão postal,
    Com os punhos fechados na vida real
    E nega oportunidades, mostra a face dura do mal, ou!!!
    Alagados, gruenstall !!! Favela da maré,
    A esperança não vem do mar, vem das antenas de TV,
    A arte de viver da fé , só não se sabe fé em que,
    A arte de viver da fé , só não se sabe fé em que,

     
    ® Ed. TAPAJÓS (EMI)